16 de junho de 2024

MP cumpre mandado em escritório de Ricardo Barros, líder do Governo na Câmara

 MP cumpre mandado em escritório de Ricardo Barros, líder do Governo na Câmara

Ricardo Barros (PP-PR) no Palácio do Planalto; desde agosto, ele é líder do governo Bolsonaro na CâmaraSérgio Lima/Poder360 19.ago.2020
PAULO MOTORYN

16.set.2020 (quarta-feira) – 8h55
atualizado: 16.set.2020 (quarta-feira) – 10h13

O MP-PR (Ministério Público do Paraná) e a Polícia Civil cumpriram 1 mandado judicial de busca e apreensão no escritório do deputado Ricardo Barros (PP-PR) na manhã desta 4ª feira (16.set.2020).

A investigação apura os crimes de lavagem de dinheiro e corrupção para facilitar negócios no ramo de energia eólica.

Ao todo, 8 mandados de busca e apreensão foram expedidos pela 12ª Vara Criminal de Curitiba, em São Paulo (SP), Maringá (PR), Paiçandu (PR) e na própria capital paranaense.

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As ordens judiciais estão sendo cumpridas em 1 escritório de contabilidade e em outros 3 endereços comerciais (onde funcionam 4 empresas), além de 4 residências.

O escritório de Barros fica localizado na Avenida Prudente de Morais, em Maringá (PR), município no norte do Estado. Ele já foi prefeito da cidade.

Na capital paulista, a operação mira Delmo Vilhena, empresário ligado ao setor da energia.

A INVESTIGAÇÃO
De acordo com o MP-PR, a investigação foi iniciada a partir da remessa de peças por parte do STF (Supremo Tribunal Federal), em novembro de 2019, decorrentes de colaboração premiada feita no âmbito da Operação Lava Jato. A apuração refere-se a fatos ocorridos entre o final de 2011 e o ano de 2014.

BARROS RESPONDE
Barros é líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados desde agosto. Ele foi ministro da saúde na gestão de Michel Temer (MDB), de maio de 2016 a abril de 2018.

Em reação à operação, ele criticou o que considera “ativismo político do Judiciário”.

Eis a nota de esclarecimento enviada pela assessoria de Ricardo Barros:

“O parlamentar reafirma a sua conduta ilibada, e informa que solicitou acesso aos autos do processo para poder prestar mais esclarecimentos à sociedade e iniciar sua defesa. Ricardo Barros, relator da lei de abuso de autoridade, repudia o ativismo político do Judiciário”.

Portal Novos Tempos – Fonte: Poder 360

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